(Tempo de leitura: 5 - 10 minutos)

Resumo: A teoria psicanalítica é conhecida pelas grandes alterações que provocou na ideia que o homem faz de si mesmo. Não é a toa que costuma-se dizer que Sigmund Freud desferiu o terceiro grande golpe contra o orgulho humano (sendo os outros dois alvejados por Copérnico, ao estabelecer o Sol como centro do universo e não a Terra, e Darwin, ao postular a teoria da evolução, que caracterizaria o homem como parte de um processo comum também aos animais), ao desenvolver uma teoria que compreende o homem como um ser constituído de conflitos, determinado por desejos e pulsões inconscientes. Estava estabelecida uma imagem crua e desvelada do homem, onde sua existência e origem calcadas em processos de tensão e angústia fizeram com que a austeridade humana tomasse um ar de fabulosa surrealidade, perdendo seu lugar para a descrença em uma felicidade plena e completamente alcançável.Das considerações mais originais e revolucionárias de Freud, talvez a principal responsável por destronar o homem de seu mais alto lugar de prestígio (e por consequência, maior alvo de críticas até os dias de hoje) tenha sido sua teoria acerca do desenvolvimento sexual dos indivíduos. De uma só vez, Freud reclamou a existência da sexualidade na infância, postulou uma etapa de amor platônico da criança dirigido aos seus próprios pais, e despejou nos ombros da sociedade a culpa pela repressão de seus indivíduos na esfera sexual, resultando em consequências que o determinariam até seus últimos dias. O “complexo de Édipo”, como foi chamado por Freud em alusão à tragédia grega de Sófocles (Σοφοκλῆς), era o carro-chefe de sua teoria da sexualidade. Este complexo designa um conjunto de desejos amorosos e hostis que a criança sente em relação aos pais. Sob sua forma positiva, a criança dirige desejos sexuais ao progenitor do sexo oposto e deseja a morte (desaparecimento) do progenitor do mesmo sexo. Sob sua forma negativa, apresenta-se o inverso: a criança ama o progenitor do mesmo sexo e sente ódio pelo progenitor do sexo oposto. Esta importante etapa, universalmente reconhecida por Freud nas crianças, não termina por aí, e tem sua principal problemática justamente no que se refere à dissolução deste complexo, ao momento em que deixamos para trás estes desejos nesta forma específica, e seguimos nossa vida adiante após a resolução de mais este conflito. É sobre o processo de “fechamento” do complexo de Édipo e o consequente abandono dos desejos edipianos que versa este artigo de Sigmund Freud, o qual a presente resenha tenciona por explicitar.

Palavras-chave: Psicanálise, Freud, Complexo de Édipo, dissolução.

(Tempo de leitura: 3 - 5 minutos)

Livro: FREUD, S. (Recordar, repetir e elaborar: novas recomendações sobre a técnica da psicanálise II.) In: Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud [ESB]. Rio de Janeiro: Imago, s/d.vol. XII 1996. P.163-171.

1. Introdução

Em “Recordar, Repetir e Elaborar (1914), Freud fala sobre as novas recomendações sobre a técnica da psicanálise. Aponta as diferenças das técnicas utilizadas quando iniciou seu trabalho com Breuer, por meio do método catártico em que se fazia o uso da hipnose para trazer à tona o momento em que os sintomas se formavam, e assim reproduzir os processos mentais com o objetivo de direcionar as descargas para a atividade consciente, recordar e ab-reagir com o auxílio do médico.

(Tempo de leitura: 4 - 8 minutos)

Livro: O Pequeno Príncipe; Publicado em: 1943; Autor: Antoine de Saint-Exupéry; Gênero: Romance; Ilustrador: Antoine de Saint-Exupéry; Idioma original: Língua francesa

Esse resumo tem como por objetivo analisar o livro O pequeno Principe sob a ótica da psicologia existencial. O livro O Pequeno Príncipe foi escrito pelo escritor francês, Antoine de Saint-Exupéry. Exupéry viajou por muitos locais, conheceu muitas pessoas e diversas culturas. Como forma de registrar suas viagens, Antoine escreveu o pequeno príncipe, onde ele pode falar das suas experiências e fazer com que as pessoas refletissem sobre suas vivências e principalmente sobre como se relacionavam com outras pessoas.

(Tempo de leitura: 3 - 6 minutos)

Resumo: O documentário nacional Estamira, produzido em 2006, traz à tona uma reflexão sobre a historicidade da loucura e seu contexto de legitimação em um cenário capitalista, abarcado por concepções biologicistas. A psicanálise, todavia, oferece uma articulação teórica e sua prática de escuta do desejo, revelando o lugar do doente mental em uma sociedade marcada pela exclusão.

Palavras-chave: Estamira, saúde mental, psicanálise, loucura. 

(Tempo de leitura: 15 - 30 minutos)

DUSI, Miriam Lúcia Herrera Masotti; NEVES, Marisa Maria Brito da Justa; ANTONY, Sheila. (2006). Abordagem Gestáltica e Psicopedagogia: um olhar compreensivo para a totalidade criança-escola. Paidéia (Ribeirão Preto)[online]. 2006, vol.16, n.34, pp. 149-159. ISSN 0103-863X. <http://dx.doi.org/10.1590/S0103-863X2006000200003>.

1. Credenciais dos Autores

Miriam Lúcia Herrera Masotti Dusi: Psicóloga da Secretaria de Educação do Distrito Federal e Mestranda em Psicologia pela Universidade de Brasília.

Marisa Maria Brito Da Justa Neves: Doutora em Psicologia e professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal e da Universidade de Brasília.

Sheila Antony: Psicóloga da Secretaria de Estado de Saúde (SES/DF) lotada no Centro de Orientação Médico-Psicopedagógica (COMPP). Membro diretor e didata do Instituto de Gestalt-Terapia de Brasília (IGTB) e Mestre em Psicologia Clínica pela UNB.

2. Resumo do Artigo

O texto visa estabelecer ligação entre abordagem gestáltica e a psicopedagogia. Abordam-se as teorias de base, concepção de campo holístico-relacional a teoria do ciclo de contato bem como as contribuições da gestaltpedagogia para compreensão no processo de aprendizagem e prática escolar. Dentro da psicopedagogia é descrito a abrangência, a conceituação, processo de avaliação e intervenção junto à criança e instituição educativa; dentro de suas bases teóricas e praticas. São citados fenômenos de aprendizagem, avaliação e intervenção na visão gestaltica.

(Tempo de leitura: 6 - 11 minutos)

Resumo: Os principais objetivos deste artigo foi verificar como estão sendo tratados a morte e o morrer no curso de Psicologia e compreender como os acadêmicos vêem essa temática. Buscar o entendimento dessas questões propiciando uma ampliação do assunto e trazer maiores informações tanto aos docentes quanto aos discentes. Com base neste estudo será feito uma comparação teórica dos principais aspectos entre a Saúde mental do trabalhador, com o texto em questão, ao qual se menciona “Alunos de Psicologia e a Educação para Morte” que ao abordar esta temática sentem que não estão preparados para a prática da postura de um futuro profissional ao lhe dar com a morte e o morrer.
Palavras-chave: profissional de saúde, alunos de psicologia, morte.

(Tempo de leitura: 3 - 6 minutos)

A Felicidade Conjugal, Editora 34 - 2009 - foi o primeiro grande romance publicado por Tolstói em 1859. Com ternura e minuciosas descrições das estações, da primavera quando a onda da paixão começa a se desenrolar entre sua personagem principal, Macha, ainda jovem, com um senhor mais maduro, Sierguiéi, surpreende por sua atualidade. Este lindo romance desfila pelos primeiros arroubos da paixão. As horas parecem não passar quando seu amor está longe. A longa espera, que pode parecer longa, mas às vezes nem é. Sua ausência parece ser insuportável. "Por que tens que viajar tanto? " questiona a jovem apaixonada. Não daria para ficar o tempo todo ao meu lado? Pensa o apaixonado.

(Tempo de leitura: 4 - 7 minutos)

O filme “O buraco” mostra uma garota que possui o transtorno psicológico da obsessão. Segundo o DSM-IV, as obsessões, são definidas por:

  1. Pensamentos, impulsos ou imagens recorrentes e persistentes que, em algum momento durante a perturbação, são experimentados como intrusivos e inadequados e causam acentuada ansiedade ou sofrimento.
  2. Os pensamentos, impulsos ou imagens não são meras preocupações excessivas com problemas da vida real.
  3. A pessoa tenta ignorar ou suprimir tais pensamentos, impulsos ou imagens, ou neutralizá-los com algum outro pensamento ou ação.

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